A crise

Nestes tempos incertos de pandemia, todos nós, de consumidores a empresas, estamos a lutar para nos adaptarmos. Ou a lutar para sobreviver. São tempos caóticos, marcados pelo crescente medo da crise económica que se aproxima e um grande clima de instabilidade.

Como sabemos, o medo por si só não resolve esses problemas.

Mas o medo motiva as pessoas a encontrar soluções.

Do home office improvisado a reuniões virtuais, a vida continuou e ainda continua. Demos a volta. E vamos continuar a melhorar.

Mas isso não é o suficiente.

É preciso crescer também. É preciso saber aproveitar as oportunidades que aparecem em tempos de crise.

E a maior oportunidade do momento é a de se aproximar dos consumidores… à distância.

Pode parecer estranho, mas esse é o lema do momento: estamos juntos, ainda que separados. E as empresas fazem parte disso também, e precisam de mostrar que estão do lado dos seus clientes mesmo neste momento.

Mas como fazer isso? Como atingir o público virtualmente? Textos? Imagens?

Não: Com vídeos.

A magia do audiovisual

Nos próximos meses, não vamos poder ter aquele contato pessoal e caloroso com as pessoas. Não vamos poder conversar olhos nos olhos despreocupados, dar um firme aperto de mão, ou qualquer relação mais direta desse género. Mas isso não significa que devemos deixar de interagir diretamente com os consumidores.

A ferramenta que mais cresceu ultimamente para colmatar esta distância é o vídeo.

Porquê o vídeo?

É claro que a ferramenta de comunicação mais rápida e barata, e a qual todas as empresas tendem a recorrer no desespero, é o texto.

Várias empresas, quando começaram com as medidas de isolamento social, publicaram textos, ainda que breves, como forma de encorajar as pessoas a segui-las e reafirmar que tudo irá ficar bem e que iriam continuar a funcionar de uma forma ou de outra. Além disso, claro, explicar como funcionariam durante este período: como contatá-las, como adquirir produtos e serviços, etc.

Mas, por mais curtos que sejam, toda a gente tem preguiça de ler textos. É claro que haverão pessoas que os lerão e seguirão as instruções, mas isto poderia ser muito mais fácil. E se você chegou até aqui, obrigado!

Outra estratégia muito usada é a de publicar imagens com textos pequenos, explicando as mudanças de funcionamento da empresa e as medidas que estão a ser tomadas.

Isso é também muito fácil: hoje em dia, criar uma série de imagens é muito rápido. Todas as empresas que se prezem têm que ter um departamento de marketing ou uma empresa de marketing parceira, e os “marketeers” estão sempre a postos para emergências. A empresa já tem sua identidade visual e templates prontos, por isso é praticamente só decidir o que escrever e o que colocar nas imagens.

Isso é muito mais chamativo e atraente que um texto nas rede social. Mas também não é o suficiente. Embora sejam melhores que textos, ainda envolvem leitura. E prender os consumidores a um texto é sempre difícil.

É importante frisar que uma empresa não se deve focar em ir atrás de leitores, a não ser que venda livros. 

Terá que se focar em converter.

Não só avisar os seus consumidores atuais sobre o que será feito, mas também atrair novos consumidores. Aumentar a conversão. Nestes tempos incertos, isso é mais importante do que nunca.

E porquê o vídeo?

Por que o vídeo é mais humano.

Por mais que tente trabalhar os textos, tornar as suas imagens mais chamativas, coloridas e cativantes, ambos os métodos continuam a ser estáticos, distantes e frios. Não há tom de voz, movimento, expressões, ou qualquer outra coisa que lembre as pessoas que elas estão a comunicar com outras pessoas.

Num vídeo, terá todo o uso do tom de voz e da prosódia da narração e dos personagens presentes para passar aos espectadores as emoções que procura passar. As vozes calmas contribuem para os assegurar e dar esperança. As vozes mais rápidas chamam à ação, procuram fazê-los agir, a mudar algo, a comprar algo.

E numa situação de isolamento social que já dura mais de dois meses, ver um rosto novo, ainda que através de um ecrã, é aconchegante. Faz as pessoas lembrarem-se do mundo que se encontra fora dos seus muros. Traz mais esperança e conforto.

Além de tudo isto, já se sabe há muito tempo que o vídeo, seja qual for seu formato (isto é, seja ele animado, realista, ou até tridimensional), é o tipo de media que mais prende as pessoas.

Isto é algo visível no nosso dia a dia: as pessoas prendem-se muito mais ao telemóvel, ao computador e à TV do que a jornais, livros e museus.

O audiovisual é a media do futuro. Mas também é a media do presente.

E por que é tão eficaz?

  • Envolve mais que um sentido. Imagens e textos usam apenas a visão. Uma pessoa dá uma vista de olhos, vê o tamanho ou o conteúdo, e passa à frente. O rádio e os podcasts usam apenas a audição. As pessoas normalmente ouvem-nos enquanto fazem outras coisas, não dando toda a atenção. O audiovisual, juntando ambos, mexe com a cabeça das pessoas. Chama sempre a atenção.

  • É mais confortável. Leitura e interpretação de textos e imagens requer esforço. É necessário dedicar-se um pouco para isso. Às vezes as pessoas não conseguem entender uma palavra ou uma frase, e isso acaba por frustrá-las e prejudicar a sua opinião sobre a empresa. Às vezes as pessoas sentem-se cansadas para isso, e vão à procura de algo mais relaxante. Parar para ouvir o rádio ou podcasts também: nós estamos sempre a querer fazer coisas. Ainda que não seja nada produtivo. É difícil dedicarmos a nossa atenção por muito tempo. Vídeos breves e bem arquitetados têm a capacidade de passar mensagens complexas de formas simples, através dessa mistura de áudio e imagens. A narração dá explicações mais detalhadas, enquanto que a imagem ilustra e exemplifica a narração. É uma combinação perfeita.

Adaptando-se à situação

Como fazer então para manter a ligação com os clientes?

Como manter o contato com os colaboradores e manter a coesão da empresa?

A resposta é uma só: através do vídeo.

O audiovisual é a única ferramenta nestes tempos de isolamento que permite um certo grau de conexão entre as pessoas. Ver as pessoas frente a frente, ainda que através de um ecrã, é muito importante para todos nós. É uma forma de nos lembrarmos que somos humanos, e que as nossas tarefas e responsabilidades têm fins humanos.

Mas o vídeo não é apenas uma ferramenta. É um conjunto de ferramentas, cada uma com suas vantagens e desvantagens, permitindo uma grande gama de aplicações com base nos seus fins.

Reuniões

Como não é possível atualmente reunirmo-nos fisicamente para discutir questões e definir soluções, nos diversos âmbitos de qualquer empresa, é necessário outro meio que permita discussões multilaterais entre múltiplas pessoas.

É claro que poderíamos muito bem utilizar aplicações de mensagens, como o Whatsapp, mas o ato de ter que ler e escrever acaba com toda a dinâmica de uma reunião. Simplesmente não é a mesma coisa que debater verbalmente. Qualquer empresa ou grupo que tenha discussões via mensagens ou e-mails sabe muito bem disso.

Poderíamos também usar aplicações de chat em grupo por microfone, como o Discord ou Teamspeak. Embora isso permitisse que falássemos uns com os outros, ainda é um pouco distante. Ouve as vozes dos seus colegas, mas vê apenas uma tela de chat e ícones.

É por isso que as videochamadas se tornaram tão populares, através de aplicações como o Zoom, Google Hangouts e Google Meet. Ver os rostos das pessoas é importante. Ver as reações e a linguagem corporal delas é importante para qualquer comunicação efetiva.

Palestras

Quando precisava de passar uma mensagem para uma grande quantidade de pessoas, como uma experiência de vida ou uma experiência da empresa, poderia facilmente dar uma palestra, por exemplo num congresso.

Com a ausência desse contato pessoal com os ouvintes, como passar a sua mensagem?

A primeira ideia é, claro, escrever um texto e publicá-lo nas redes sociais ou num blog. Mas isso entra na questão discutida mais acima: ninguém lê textos. Ainda mais se forem muito grandes.

É possível também gravar o áudio da sua palestra. Mas isso entra no problema dos podcasts, também discutido acima.

Atualmente, a melhor forma de substituir as palestras não envolve gravação. A não ser para a posteridade, caso queira. O melhor é fazer ao vivo, como numa palestra. Mas neste caso a plateia é virtual.

A isto chama-se um webinar, literalmente uma palestra feita na internet, ao vivo. Feita em ambiente virtual que permite que tenha o tempo de antena que desejar, e também que haja participação da plateia. Toda a dinâmica de apresentação da plateia se mantém, embora a interatividade tenda a ser menor.

Publicidade e formação

Como comunicar com os clientes, passar os valores da empresa, continuar a divulgar os produtos e serviços?

Como atingir os colaboradores, ajudá-los a se adaptarem a estes novos tempos e manter a coesão da empresa?

É claro que não vai querer usar apenas textos ou áudios. É preciso algo mais dinâmico e caloroso.

E os meios audiovisuais podem ajudar de diversas maneiras. Existe um tipo de vídeo para todas as finalidades.

As publicidades, claro, devem seguir o estilo da sua empresa. Se já usavam vídeos antes, está na altura de aumentar o volume.

Se ainda não usam, já está mais do que na hora de começar. É preciso aplicar a identidade visual dos produtos aos vídeos, e formar a identidade audiovisual: como será o áudio? Como serão as imagens? Animação 2D, animações 3D ou filmagens? Narração, trilha sonora, ou ambos?

Em menor medida, isso também se aplica aos vídeos destinados aos seus colaboradores. Se precisar de lhes explicar algo, ou instruí-los de alguma forma, vídeos sucintos são ótimos para isso.

Não é tão necessário aplicar a identidade visual da empresa nesse caso. O mais importante é focar em ter uma mensagem clara e sucinta, mas completa. Falar de tudo o que é preciso falar no momento.

Para ser realmente efetivo, precisa ser de alta qualidade

Para as pessoas quererem ouvir o que você tem a dizer, é preciso criar uma experiência de alta qualidade. É preciso usar as melhores câmeras, as melhores aplicações, os melhores editores de audiovisual, ter os melhores profissionais.

É a imagem da empresa que está em jogo.

Tudo isto pode parecer muito novo e assustador. São muitas mudanças que precisam de ser feitas em muito pouco tempo, para garantir que a sua empresa continue a funcionar.

Felizmente, o que é novo para si, já é o habitual para nós.

A Jupiter Pixel já tem anos de experiência nas mais diversas formas de audiovisual, e estamos a postos para ajudar outras empresas nessa transição.

Em especial, temos já a nossa própria plataforma de transmissão ao vivo, para a sua empresa fazer webinars profissionais e impressionar os seus consumidores.

A nossa experiência no ramo vai ajudar muito na altura de decidir como entrar no mundo da publicidade audiovisual e contribuir para o aumento da conversão por meios virtuais.

Num momento em que o futuro é incerto, nós ajudamos a dar certeza ao presente.

Entre em contato, podemos ajudar!

#fiqueemcasa

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